Visitei um iate futurista! Evo R+
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Evo R+: a ficha completa
Um sportscruiser de 58 pés construído em Itália, com salão fechado e convés de popa expansível, lançado em 2023
Ficha técnica
- Estaleiro
- Evo
- Modelo
- R+
- Tipo
- Cruzeiro desportivo
- Produção
- 2023–
- Boca
- 5,31 m
- Capacidade de combustível
- 2100 L
- Capacidade de água doce
- 510 L
- Casas de banho
- 2
- Convidados
- 16
- Motorizações habituais
- 2 × Volvo Penta D11-IPS950
- Potência habitual
- 1450 cv
- Velocidade máxima
- 33 nós
- Autonomia
- 280 mn
- Design
- Evo Yachts ; Valerio Rivellini
- Design exterior
- Valerio Rivellini
- Design interior
- Evo Yachts ; Valerio Rivellini
- País de construção
- Itália
- Material do casco
- Composite (PRV) ; hard-top aluminium
Valores publicados pelo estaleiro para a série. Cada barco varia com as suas opções, a sua motorização e o seu ano.
O que é este barco
O Evo R+ combina o estilo angular e os espaços exteriores adaptáveis da linha R da Evo com um convés principal fechado e envidraçado. Apresentado em Cannes em setembro de 2023, este sportscruiser de aproximadamente 18 metros destina-se a proprietários que procuram desfrutar de passeios de um dia em boa companhia, dispondo também de alojamento para estadias mais longas, com posto de comando e salão abrigados, interiores configuráveis e uma plataforma de popa multifunções para banhos e manobra da embarcação auxiliar.
O modelo em detalhe
O Evo R+ teve a sua estreia mundial no Cannes Yachting Festival, realizado de 12 a 17 de setembro de 2023. Construído em Itália pela Evo Yachts, marca da Blu Emme Yachts, foi desenvolvido em colaboração com o designer Valerio Rivellini como uma evolução do conceito da linha R, em versão coupé fechada. O comprimento fora a fora publicado é de 17,71 metros, com uma boca de 5,31 metros. O hard-top em alumínio preto e os vidros facetados distinguem-no do R6, mais aberto.
O convés principal reúne o posto de comando, a zona de estar, a mesa de refeições e a cozinha num único espaço abrigado. As janelas envolvem o posto de comando, proporcionando visibilidade panorâmica, enquanto as secções de abertura permitem a ventilação natural. A embarcação apresentada em Cannes dispunha também de uma cozinha no convés inferior, com um frigorífico de grandes dimensões e espaço para guardar vinhos. Uma configuração alternativa substitui esta cozinha por uma zona de refeições no convés inferior e amplia a cozinha do convés principal, ilustrando a abordagem flexível do construtor à organização dos interiores.
O alojamento varia consoante a configuração escolhida: as disposições publicadas incluem dois ou três camarotes de hóspedes, permitindo acomodar quatro ou seis hóspedes para pernoita, com duas casas de banho. Está também documentado um beliche individual separado para tripulação. A lotação máxima de 16 pessoas não deve ser confundida com a capacidade de pernoita. Os acabamentos interiores incluem Alcantara, teca e apontamentos em carbono, dando continuidade à geometria angular do exterior, em vez de adotar a marcenaria e a decoração tradicionais dos iates.
A motorização mais potente compreende dois motores diesel Volvo Penta D11-IPS950, cada um com 725 hp, totalizando 1.450 hp. O desempenho publicado indica uma velocidade máxima de aproximadamente 33 nós, velocidades de cruzeiro na ordem dos 26–27 nós e uma autonomia anunciada de 280 milhas náuticas. A capacidade de combustível é de 2.100 litros e a de água doce de 510 litros. Estes valores são especificações publicadas, não garantias de desempenho em navegação; as condições do mar, a carga e o equipamento de cada embarcação influenciam os resultados.
A construção combina casco e convés em compósito de plástico reforçado com fibra de vidro (GRP) com uma estrutura superior em alumínio. O equipamento exterior centra-se na popa adaptável: as secções laterais extensíveis aumentam o espaço útil do cockpit, enquanto a plataforma hidráulica varia de altura para facilitar o embarque, os banhos e a colocação na água ou recolha de uma embarcação auxiliar ou mota de água. O solário de popa transforma-se numa mesa, e o bar adjacente integra frigorífico, máquina de gelo e lava-loiça. O solário de proa oferece uma zona exterior de descanso separada.
O R+ tem sido disponibilizado com opções de propulsão IPS800 e IPS950 e alojamento configurável, em vez de uma única especificação fixa. A sua zona de convívio fechada proporciona abrigo num projeto que continua organizado em torno do convívio ao ar livre e do acesso à água. Esta combinação adequa-se a cruzeiros costeiros e fins de semana a bordo, com espaço para um skipper quando necessário; os potenciais proprietários devem confirmar a disposição exata dos camarotes, da cozinha e do equipamento de cada unidade.
Perguntas frequentes
Não foi encontrado um preço base publicado e verificável para um Evo R+ novo; a cobertura do lançamento indicava que o preço ainda estava por confirmar. Também não foram encontrados anúncios atuais confirmados de unidades usadas com preços de venda públicos, pelo que não é possível calcular um intervalo de preços ou uma mediana fiáveis para o mercado de usados.
Com dois motores Volvo Penta D11-IPS950 de 725 hp, os valores publicados indicam aproximadamente 33 nós de velocidade máxima e 26–27 nós em cruzeiro. A autonomia anunciada é de 280 milhas náuticas, com uma capacidade de combustível de 2.100 litros.
As configurações publicadas oferecem dois ou três camarotes de hóspedes para quatro ou seis hóspedes em pernoita, com duas casas de banho. A lotação máxima declarada de 16 pessoas refere-se às pessoas a bordo, não à capacidade de pernoita.
Está documentado um camarote de tripulação individual separado, com acesso por uma escotilha no convés de proa. O alojamento é compacto, com um beliche transversal, em vez das comodidades de uma suíte de hóspedes.
O Evo R+ é construído em Itália pela Evo Yachts, uma marca da Blu Emme Yachts, em colaboração com o designer Valerio Rivellini. O construtor identifica Villa Literno, perto de Nápoles, como a localização do seu principal estaleiro.
A plataforma pode ser elevada para embarcar a partir de um pontão mais alto, posicionada ao nível da água para ampliar a zona de banhos ou submersa para facilitar os banhos e a manobra da embarcação auxiliar. O construtor descreve também a sua utilização para colocar na água e recolher uma mota de água.
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